O Urso Polar e o Aquecimento global


Este link demonstra uma das espécies que mais será afectada com o 
aquecimento global! e tal como esta muitas outras espécies estão a 
passar pela mesma situação estando em vias de extinção podendo mesmo 
extinguir-se caso a situação do aquecimento global piore!!

Autor: Miguel Martins do 11ºA

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Quando é que vamos parar e pensar que o nosso mundo está doente por nossa causa?

Aquecimento Global

Consiste no aumento da temperatura média dos oceanos e do ar junto à superfície terrestre. As causas deste aumento, embora não estejam completamente definidas, pensa-se que estejam ligadas ao aumento do efeito de estufa, causado pelo aumento nas concentrações de gases de estufa de origem antropogénica.

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 Gases de estufa:

 

– Dióxido de carbono (CO2): fontes de produção deste gás – a queima de combustíveis fósseis, a desflorestação e as queimadas. O seu tempo médio na Troposfera é de 50 a 120 anos.

– Metano (CH4):  fontes de produção deste gás – a plantação de arroz, a pecuária, a produção natural por térmitas, fugas naturais ou fugas de gasodutos. O seu tempo médio na Troposfera é de 12 a 18 anos.

– Óxido Nitroso (N2O): fontes de produção deste gás – a queima de combustíveis fósseis, os fertilizantes, os resíduos da pecuária e a produção de nylon. O seu tempo médio na Troposfera é de 114 a 120 anos.

– Clorofluorcarbonetos (CFC): fontes de produção deste gás – o ar condicionado, os aerossóis, os aparelhos de refrigeração e as espumas plásticas. O seu tempo médio na Troposfera é de 11 a 20 anos.

– Hidrofluorcarbonetos (HFC): fontes de produção deste gás – o ar condicionado, os aerossóis, os aparelhos de refrigeração e as espumas plásticas. O seu tempo médio é de 15 a 390 anos.

– Halons: fontes de produção deste gás – extintores de incêndio. O seu tempo médio é de 65 anos.

– Tetracloreto de carbono: É o solvente utilizado em limpezas a seco. O seu tempo médio é de 42 anos.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gases_do_efeito_estufa
http://www.youtube.com/watch?v=Bm0KJeS3miY&NR=1&feature=fvwp
http://www.todabiologia.com/ecologia/efeito_estufa.htm
http://www.terrazul.m2014.net/spip.php?article231
http://www.suapesquisa.com/geografia/aquecimento_global.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_estufa
http://karlacunha.com.br/wp-content/uploads/2009/08/efeitoestufa.gif

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Temperatura em Portugal já aumentou 1,2 graus desde 1930

Portugal aqueceu 1,2 graus nas últimas décadas e vive fenómenos extremos como chuvadas intensas, ondas de calor e vagas de frio prolongadas. O Instituto de Meteorologia monitoriza este tempo e procura antecipar-se ao futuro catastrófico que estará para chegar.

Extraído: http://diariodigital.sapo.pt/

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De que tamanho é o seu sapato?

Todos os seres vivos necessitam de determinadas condições, das quais depende a sua sobrevivência. A explosão demográfica e o consumo exagerado de todos os tipos de energia não renováveis tomam proporções preocupantes, pelo que, é interessante estudar as alternativas de que dispomos para que todos possamos ajudar ao máximo este planeta “azul” (ou cinzento…) em que vivemos. No âmbito da Área de Projecto, para que este debate seja promovido, está ser a desenvolvido um projecto cujo tema é “Energias Renováveis”. Para iniciar este projecto foi aplicado um inquérito a algumas turmas de áreas vocacionais diversas, com o objectivo de calcular a pegada ecológica média de cada indivíduo da comunidade escolar.

A pegada ecológica encontra-se intimamente relacionada com o elevado consumo que caracteriza a sociedade de hoje e, por isso, insere-se no trabalho a desenvolver, uma vez que consiste na quantidade de terra e água que seria necessária para sustentar as gerações actuais, tendo em conta todos os recursos materiais e energéticos gastos por uma determinada população. Os resultados obtidos dos inquéritos distribuídos encontram-se no gráfico seguinte, sendo comparados com os resultados das pegadas ecológicas de países desenvolvidos e do Mundo (dados segundo os estudos de 1996):

 

pegada ecológica

Como podemos constatar, pela análise dos resultados revelados no gráfico, a pegada ecológica média de cada cidadão português representa, praticamente, o dobro da pegada ecológica mundial. Ao analisarmos os resultados obtidos nos inquéritos aplicados, podemos verificar que não “ficamos atrás”. Por comparação com os dados estatísticos revelados anteriormente, o valor da pegada ecológica média individual da comunidade escolar (abrangida no inquérito) encontra-se bastante mais elevado que o valor da pegada ecológica mundial, correspondendo ao triplo da pegada ecológica de um cidadão do nosso planeta.Estes resultados levam-nos a reflectir acerca da nossa rotina e naquilo que, mesmo passando despercebido, causa grandes transtornos ao nosso planeta. Será que estamos a fazer tudo o que podíamos para sair desta crise ambiental em que actualmente nos encontramos? Certamente não..

Estamos a usar energia a uma taxa superior à sua capacidade de reposição.

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Contudo, há comportamentos que todos temos a obrigação de adoptar, ou pelo menos tentar adoptar (se, realmente, não queremos ficar de consciência pesada…), para que a pegada ecológica individual seja diminuída. Seguem-se algumas medidas:

consumir alimentos nacionais ou produzidos a nível local e uma maior quantidade de vegetais e cereais, não descurando a roda dos alimentos;

-poupar ,ao máximo, a água e a energia através de práticas caseiras simples;

reutilizar resíduos e recorrer a energias renováveis;

fazer pequenas deslocações a pé ou de bicicleta e grandes deslocações de transportes públicos;

Para assegurar a existências de condições favoráveis à vida, que ainda hoje existem, tentando manter este planeta habitável para as gerações vindouras, teremos que viver de acordo com a sua capacidade, ou seja, de acordo com o que ele pode fornecer e não com o que gostaríamos que fornecesse, caminhando assim para um desenvolvimento sustentável.

Um desafio:

Porque não calcula aqui a sua pegada ecológica?

Procure saber mais sobre ela e passe essa informação aos seus familiares e amigos. Ao passar essa mensagem estará a contribuir para a sobrevivência do planeta.

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Coimbra tem mais encanto… terá?

Coimbra situada na margem direita do rio Mondego “o Basófias, também conhecido como o “rio dos poetas”. Os romanos chamavam-lhe Munda. Munda significa transparência, claridade, pureza. Nesses tempos as suas águas eram assim, e agora…?

A Mata Nacional do Choupal imortalizada pelos poetas nasceu da necessidade de alterar a impetuosidade das cheias do Mondego. A partir dos finais do século XVIII o leito do rio sofreu um novo traçado. Sendo um leito artificial, surgiu a necessidade de conferir estabilidade às margens. Esta foi conseguida com a plantação de diversas espécies entre elas o choupo (Populus nigra). Esta espécie apresenta um rápido crescimento e exigência de água e luz, condições favoráveis à sua rápida propagação.

Clique no URL para ver “Choupal de ontem até hoje. E amanhã?”

http://www.youtube.com/user/binhadalhos

A acção antrópica tem contribuído para a redução do número de algumas espécies e para o aparecimento de outras.

A construção de barragens e açudes são ameaças à lampreia (Petromyson marinus) e outras espécies migradoras. Os indivíduos têm dificuldade e transpor os obstáculos, construídos pelo espécie humana, impedindo e comprometendo a reprodução e consequentemente a sobrevivência da espécie. A jusante das barragens acumulam-se indivíduos adultos que são alvo de pesca. A montante ficam retidos os juvenis na sua migração para o mar.

A ponte açude aguarda por um sistema de passagem para estas espécies migradoras há mais de 30 anos.

No Power Point seguinte, podem conhecer algumas espécies existentes no Mondego e no Choupal.
Por quanto tempo?

Reflecte no assunto apresentado e deixa o teu comentário.

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É caso para lembrar um velho provérbio chinês…

Alterações climáticas, biodiversidade e evolução.

 

A selecção natural, princípio desenvolvido originalmente por Charles Darwin , e que é a base da Teoria Evolucionista, ocorre por influência do meio. A selecção natural é o processo que resulta na escolha de organismos considerados mais aptos, ocorrendo depois uma sobrevivência diferencial e respectiva reprodução diferencial. Assim, os genes que possuem e que codificam as suas características, que os favorecem em detrimento de outros indivíduos que não os possuem, são passados de geração em geração. Desta forma, se altera a frequência de alguns genes criando variabilidade.

Considerando a biodiversidade como um conjunto de genomas , a perda de espécies significa ,não só o desaparecimento destes de forma irrecuperável, mas também o desaparecimento de associações de espécies em níveis de complexidade mais elevados, como ecossitemas e comunidades.

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As alterações climáticas já estão a forçar a biodiversidade a adaptar-se, seja através de mudanças de habitat, alterações nos ciclos de vida, ou o desenvolvimento de novas características físicas. Mas, enquanto umas espécies se adaptam outras desaparecem.

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Há impactes já observados. As grandes extinções em massa, como sendo a extinção dos dinossauros, foram principalmente fruto de alterações climáticas bruscas e intensas. Tudo isto é compreensível se pensarmos que a selecção natural ocorre também por influência do meio. As aves são bons indicadores das alterações climáticas: algumas espécies já adiantaram a sua época de nidificação, outras movem-se, desaparecendo totalmente das suas áreas originais. Segundo os cientistas, a “migração assistida” poderá ser necessária para colonizar novas regiões geográficas à medida que se tornem insustentáveis os habitats de certas espécies.
Todavia, antes de se proceder a uma “migração assistida”, estes cientistas consideram necessário estudar em profundidade todas as variáveis biológicas.
Camille Parmesan, Professora de Biologia na Universidade do Texas, refere que a deslocação de espécies envolve muitos riscos: podem não sobreviver ou tornar-se invasivas ao crescerem desmedidamente sem predadores, em detrimento de espécies nativas dos novos locais. Chris Thomas adverte “que está cada vez mais perto o momento em que teremos de identificar espécies a precisar de protecção e começar a tomar medidas”.

É caso para lembrar um velho provérbio chinês:

O mundo será diferente do actual… e nós viveremos de outra maneira… foi sempre assim e sempre o será.

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O chip verde

 

A nanotecnologia é a capacidade potencial de criar coisas a partir do mais pequeno, usando as técnicas e ferramentas que estão a ser desenvolvidas nos dias de hoje para colocar cada átomo e cada molécula no lugar desejado. Pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology) desenvolveram um aplicativo electrónico “sanduíche do espinafre”, com um complexo de proteínas, derivado dos cloroplastos dos espinafres, chamado Fotossistema (PSI), que tem cerca de 10 a 20 nanómetros de largura, que permite a conversão da luz solar em energia. O complexo proteico foi isolado da célula da planta e aplicado no dispositivo electrónico duro e frio. Nanomateriais foram responsáveis por manter a proteína sobre este aparelho, com a mesma configuração como se estivesse sobre material vivo. Este aplicativo poderá ser, no futuro, uma fonte de energia para um telefone portátil contribuindo para um desenvolvimento sustentável.

 

chip

Já imaginou um mini-robot reduzido milhões de vezes para agir como anticorpo na corrente sanguínea?

 

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Ou então, uma nanogaiola de ouro, coberta com um polímero inteligente que responde á luz, abrindo para esvaziar o seu conteúdo(produtos de quimioterapia ou bactericidas) e fechando novamente?

No dia 2 de Setembro de 2009, a empresa americana VeriChip Corp. registou a patente de um chip subcutâneo, capaz de detectar a presença do vírus H1N1.

Benvindo ao mundo fascinante e assustador dos chips.

 

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Ártico ameaçado

 

Onde havia gelo,

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agora só há rochas (kongsfjorden – Fiorde do Rei)

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Tal como confirmam as imagens de satélite da Agência Espacial Europeia, que começaram a ser recolhidas em 1979, o Oceano Ártico está a ficar livre de gelo. As plataformas de gelo do Ártico diminuíram 42% entre 2004 e 2008, e estão a derreter tão depressa que os cientistas pensam que o oceano pode perder a maior parte da sua cobertura gelada durante o Verão, já daqui a trinta anos . Em Setembro de 2007 foi registado o maior degelo do Oceano Ártico , o manto branco cobria uma área de 4,1 milhões de quilómetros quadrados, o que permitiu, pela primeira vez, a abertura à navegação da Passagem do Noroeste (ligação do estreito de Davis ao estreito de Bering, entre os oceanos Atlântico e Pacífico) . Actualmente o manto branco cobre 5,1 milhões de quilómetros quadrados de oceano, metade da área da Europa. A grande preocupação dos cientistas é que a maior parte deste gelo é recente, e por isso pode derreter mais depressa.

Do degelo à exploração vai um passo.

No Verão de 2020, segundo as previsões mais pessimistas, navegar-se-á do Oceano Pacífico para o Atlântico através da passagem do Noroeste sem quebra–gelos.

Estima-se que 90 milhões de barris de petróleo e 44 milhões de barris de gás natural possam ser explorados na região polar.

Uma redução de 70% das emissões de gases com efeito de estufa, durante este século, bastaria para salvar os gelos do Ártico e evitar as consequências mais desastrosas das alterações climáticas, segundo um estudo científico publicado na revista “ GeophysiIcal Research Letters”.

Jornal Expresso de 28/11/2009

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AVANÇOS TECNOLÓGICOS NA PRESERVAÇÃO DO AMBIENTE

PARQUE DE ENERGIA DE ONDAS DA AGUÇADOURA
Como se produz electricidade com as ondas do mar?

Relacionado com o tema “Avanços Tecnológicos na Preservação do Ambiente” está a questão das energias renováveis. Inúmeras vezes se ouve falar das energias renováveis. Sabemos que são chamadas de “energias amigas do ambiente”, pois são obtidas de fontes naturais capazes de se regenerar, e portanto virtualmente inesgotáveis. São conhecidas pela imensa quantidade de energia que contêm, e porque são capazes de se regenerar por meios naturais. São exemplos de energias renováveis a Energia Hidráulica, a Biomassa, a Energia Solar, a Energia Eólica, a Energia Geotérmica, a Energia produzida pelas Ondas e a Energia do Hidrogénio. O aproveitamento das ondas para a produção de energia é um sistema inovador, em que Portugal foi pioneiro em termos mundiais. A publicação deste artigo, dá a conhecer esta energia renovável, que poderá ser, no futuro, principalmente em países com uma extensa costa como a portuguesa, uma alternativa económica e ambientalmente interessante. A estrutura está implementada no parque de Ondas da Aguçadoura ou Aguçadoura Wave Park, também chamado de Okeanós.

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Esta estrutura, semi-submersa, é constituída por vários flutuadores cilíndricos, unidos por juntas articuladas, cada um com 3,5 metros de diâmetro e 40 metros de comprimento, a que se chamam Pelamis. Depois de instaladas, cada uma das três Pelamis têm cerca de 150 metros de comprimento e assemelham-se, em termos de “design”, a modernos comboios de alta velocidade, embora sem janelas. Os movimentos induzidos pelas ondas são absorvidos por cilindros hidráulicos, que pressurizam óleo, que vai accionar geradores eléctricos, que produzem electricidade. A energia convertida em cada uma das juntas é entregue à rede eléctrica através de um único cabo e, vários dispositivos podem partilhar uma mesma ligação. O sistema implementado, que não apresenta qualquer tipo de poluição ambiental, sonora ou visual, poderá ser uma fonte de energia alternativa economicamente viável para o futuro. Embora o seu investimento inicial seja ainda elevado, a produção de energia eléctrica, no caso relatado, vai abastecer uma povoação de 6000 habitantes. A liderança nesta tecnologia permitirá estar à frente deste mercado e no decorrer dos próximos anos prevê-se a sua ampliação noutros locais nacionais e mundiais, até se chegar aos 20 Megawatts (MW) .

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Consumo doméstico de energia e alterações climáticas

A partir das nossas casas podemos reduzir as emissões de CO2. Dos recursos consumidos em toda a TERRA, 40% resultam da utilização em edifícios e lares de todo o mundo.

No seguinte URL  clica em Alterações climáticas, depois em Entra em AcçãoEm tua casa)

Clique para ver :

http://www.semeiaofuturocomkinder.com/

O que fazer para reconstruir um planeta saudável?

Precisamos mostrar a realidade para mudar a mentalidade?

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