(I)nfertilidade-um sonho… uma Vida.

Nos dias de hoje, cada vez é mais frequente ouvirem-se histórias de casais com problemas de (i)nfertilidade.Isso só acontece claro, porque existe uma maior consciência e abertura da sociedade para este tipo de temas, visto que há algumas décadas atrás o problema se resumia às mulheres e nunca aos homens.Obviamente essa ideia caiu em desuso e o problema hoje é encarado da mesma forma tanto no sexo masculino como no feminino.Uma das soluções para esta realidade é a fertilização in vitro, uma técnica medicamente assistida que consiste na colocação em ambiente laboratorial de um número significativo de espermatozóides em contacto com um oócito II, procurando obter embriões de boa qualidade para posteriormente serem colocar na cavidade uterina.O pai deste método inovador, chama-se Robert Edwards e foi recentemente premiado com o prémio Nobel da medicina.É também graças a este cientista que muitos casais tornam o seu sonho numa realidade.

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(In)fertilidade um sonho…uma vida

No próximo dia 10 de Dezembro de 2010, em Estocolmo, vai ser entregue o Prémio Nobel da Medicina, a Robert G Edwards, o pai da Fecundação in vitro.

Robert G Edwards de 85 anos, é um embriologista da Universidade de Cambridge que desenvolveu a técnica da Fecundação in vitro. Deste trabalho resultou em 25 de Julho de 1978 o primeiro “bebé proveta”, Louise Joy Brown.

A Fecundação in vitro consiste no processo de recolha de oócitos II,a partir dos ovários previamente estimulados, fecundando-os em laboratório com espermatozóides escolhidos para esse efeito. Assim sendo, a fecundação ocorre fora do organismo da mulher. As expressões “bebé proveta” e “Fecundação in vitro” surgem devido ao facto do(s) oócito(s) ser(em) fecundados em laboratório.

Na minha opinião, a Fecundação in vitro é uma grande alternativa para os casais que não conseguem ter filhos, mas acarreta alguns riscos por isso uma boa vigilância é essencial durante este processo.

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Pegada hídrica

A água é um problema evidente na Terra no futuro, pelo mau uso deste recurso pela população actual. Torna-se urgente proteger e conservar os recursos de água disponíveis.

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Calcule a sua pegada hídrica recorrendo ao simulador disponibilizado pela EPAL no site seguinte.

http://www.epal.pt/epal/novosim.aspx 

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Receita:Planeta no forno

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O Homem colocou o planeta no “forno” esquecendo-se de regular o termóstato. Também o tempo não foi tido em conta. Qual o resultado? Catástrofes climáticas (ondas de calor, ciclones, furacões, aumento dos níveis de CO2 pelo uso dos combustíveis fósseis, …).

Para saber quais a zonas mais poluentes do planeta clica no seguinte link publicado no Jornal de Notícias

http://jn.sapo.pt/multimedia/infografia.aspx?content_id=1441343

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Antes que seja tarde demais…

Vê e divulga, antes que seja tarde…
Clica aqui.:

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Uns discutem…outros agem…

Enquanto os líderes do mundo discutem o futuro do planeta, na região de Leiria luta-se para salvar o ambiente.

 O simples gesto de colocar  papel e cartão no ecoponto azul permitiu reciclar 31261 toneladas deste material, salvando 469 mil árvores que utilizarão o CO2 no processo fotossintético.

Uma garrafeira da região utiliza o vidro reciclado e substituiu o fuel pelo gás natural.

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Uma fábrica de cimentos tem estado a libertar menos gases com efeito de estufa, devido à utilização de microalgas que captam o CO2 para o processo fotossintético.

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Uma fornecedora de louça sanitária utiliza as lamas e o caco para fabricar nova pasta, e o ar quente libertado pelos fornos aquece as naves das olarias evitando o desperdício de gás natural.

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Retirado do Semanário “Região de Leiria” de 11 de Dezembro de 2009

 

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“Como podemos controlar a mudança do clima?”

A mudança do clima é um problema que a todos diz respeito, e todos fazemos parte da solução. Se queremos ganhar esta batalha contra as alterações climáticas, cada sector da sociedade, e cada um de nós, terá de dar a sua contribuição.

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Por exemplo, os lares utilizam um terço da energia consumida na União Europeia e, por isso, são responsáveis por cerca de 20% das emissões de gases que causa o efeito de estufa: 40% da energia utilizada nos lares é gasta no seu aquecimento, 14% no aquecimento de água e 12% em iluminação e electrodomésticos e os veículos privados são responsáveis pelos restantes 34 % das emissões de gases de efeito de estufa. As pessoas adquirem igualmente produtos fabricados com recurso a energia que geram desperdício, e tudo isto são actividades que indirectamente provocam a emissão de gases para a atmosfera.Cada cidadão tem o poder de influenciar estas emissões, podendo cada um de nós fazer a diferença, reduzindo as emissões sem comprometer a nossa qualidade de vida. Na realidade, todos juntos podemos alcançar reduções importantes nas emissões de gases de efeito de estufa

“Vamos fazer com que o Mundo não se destrua como uma Bomba?”            

 “Para isso como devemos actuar?” 

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Qual a quantidade de energia limpa que consomem os portugueses?

Energia Hídrica e Eólica garantem cerca de 26% de toda a energia consumida em Portugal.

Quase um terço do total da energia nacional é produzido graças a fontes renováveis. Só a Hídrica e a Eólica juntas asseguram 86% do total das fontes de energias renováveis. Quanto à Biomassa, ao Biogás e aos Resíduos Sólidos Urbanos, geram apenas 4% do total de energia, e por último, a energia fotovoltaica, apesar do enorme crescimento, assegura apenas 0,2% de toda a energia consumida em Portugal.Em 2009, segundo a Direcção Geral de Energia e Geologia, 30,6% da energia produzida em Portugal, mais a energia importada, teve origem em fontes renováveis. No entanto, segundo os critérios da Directiva Europeia das Renováveis de 2001, de Janeiro a Outubro a percentagem das fontes de energias renováveis utilizada passa para 45,2% no total.Mas o que mudou substancialmente nos últimos anos foi a origem das fontes de energias renováveis. A energia hídrica continua a ser a mais utilizada e assegura 14,4% de toda a energia consumida. Todavia, tem sofrido uma diminuição drástica. Em 2003, por exemplo, as centrais hídricas produziram 15.894 GWh, enquanto no ano passado apenas geraram 7.597 GWh.Pelo contrário a energia eólica sofreu um aumento explosivo e actualmente assegura 12% do total da energia consumida, com 6.350 GWh produzidos em 2008.Destaque-se, ainda, os 4,2 Megawatts (MW) de energia de ondas e marés que foram instalados em 2008, mas que não produzem resultados significativos no total nacional, sendo que ainda se encontra em fase de estudos. 


 

Trabalho realizado por:Filipe Pato, 11ºA, Nº7 – fpato  Bruno Abade, 11ºA, Nº5 – babade

Retirado de: jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1446684

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Alterações climáticas e o desenvolvimento sustentável

A mudança climática global, verificada no século XX e intensificada nas últimas décadas, constitui uma ameaça sobre o homem e a natureza.A composição da atmosfera tem sido alterada pela emissão directa de gases com efeito de estufa (GEE). O efeito de estufa é um processo natural, sendo responsável pela elevação da temperatura na Terra que não seria possível na ausência de GEE (se não existisse efeito de estufa, a temperatura à superfície da Terra seria em média cerca de 34ºC mais fria do que é hoje). Os GEE mais importantes são o CO2 (dióxido de carbono), CH4 (metano), N2O (óxido nitroso), HFCs (hidrofluorcarbonetos), PFCs (perfluorcarbonetos), SF6 (hexafluoreto de enxofre) e ozono (troposférico).A temperatura média global da atmosfera à superfície aumentou durante o século XX em 0.6ºC +/- 0.2ºC.Este aquecimento tem acompanhado a fusão de glaciares sobre os mares (tendo já provocado nos últimos 50 anos uma subida de 10 a 20 cm do NMM – nível médio do mar) e lagos.

O conceito de Desenvolvimento Sustentável é, normalmente, definido como o desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais.


Autores: Ana Alves, Diogo Pereirinha, Alexandre Martins

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Será que ainda vamos a tempo?

Um estudo indica que “Se a humanidade acabasse hoje com as emissões de dióxido de carbono, só dentro de mil anos é que o clima do nosso planeta voltaria ao normal.” Ora, isto mostra que todos os recentes esforços para reduzir as emissões de CO2 e sensibilizar as pessoas para serem mais ecológicas, não são suficientes para o clima do nosso planeta voltar ao normal nas próximas décadas.
     Ou seja, quer queiramos quer não, vamos sofrer graves consequências por tudo aquilo que temos feito ao nosso planeta. E não acontecerá apenas em África, ou na América, mas em todo o Mundo.

     E que consequências serão essas? Vê o seguinte vídeo da Greenpeace sobre as alterações que têm ocorrido no nosso planeta.


Cientistas dizem que os piores cenários sobre o aquecimento global se podem estar já a concretizar: “O clima já está se modificando além dos padrões de variabilidade natural. (…) Há uma possibilidade significativa de que muitos desses padrões irão se acelerar, levando a um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis”.

Ainda mais, sabias que a economia portuguesa pode ser das mais afectadas na União Europeia? Pois é, de acordo com um estudo realizado, pela Comissão Europeia,  o ”bem-estar económico, que historicamente cresce anualmente dois pontos percentuais na Europa, (…) poderia cair entre 0,3 e 1,6 por cento ao ano.”
      “A agricultura sofreria os maiores danos, perdendo até 25 por cento dos campos, e as receitas de turismo poderiam diminuir até 5 mil milhões de euros anualmente.”
     Segundo notícia no Jornal Nacional da TVI do dia 12 de Dezembro, nos últimos 80 anos a temperatura média em Portugal aumentou 1,2ºC. As piores previsões dos especialistas para as alterações climáticas prevêem que em 2100, devido ao aumento da temperatura, o nível das águas do mar suba quase 2m. Um problema que pode ter várias consequências num pais como o nosso, com uma área costeira muito extensa.
     Uma subida de apenas 1m pode originar inundação de zonas em Viana do Castelo, Aveiro, Vila Franca de Xira, Lisboa e Faro. Esta simulação é possível ser feita no seguinte site da Universidade do Arizona:

       http://geongrid.geo.arizona.edu/arcims/website/slrworld/viewer.htm

Será que é isto que queres para a tua “casa”? Para o teu Mundo?

Vale a pena lutar por ele, não vale?


     Então vá, deixa um comentário a dizer-nos o que pensas.     Trabalho realizado por:
     Andreia Cruz
     Francisca Rodrigues
     Inês Fabião

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